Estronho e esquésito

cinema, literatura e estranhezas


<p><i>What happened to Mary</i> (1912)</p>
Maratona Silenciosa

What happened to Mary (1912)

What happened to Mary é considerado o primeiro seriado americano. Charles Dwyer, editor da revista The Ladies World e Horace G. Plimpton, então gerente da Edison Company, tiveram a ideia de produzir essa, que talvez tenha sido uma das primeiras ações multimídia da história, combinando a publicação do folhetim na The Ladies World, os episódios nas telas dos cinemas e, posteriormente, uma peça de teatro além do lançamento de um livro.

Por Marcelo Amado 16 de março, 2026
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<p><i>The Miser’s Doom</i> (1899) e <i>Faust and Marguerite</i> (1900)</p>
Primórdios do Horror

The Miser’s Doom (1899) e Faust and Marguerite (1900)

No cinema moderno, tomamos como garantido que uma boa história pode ser contada em 90 minutos... talvez 2 horas... quem sabe 50 minutinhos, com personagens complexos, drama e efeitos. Mas lá no começo... A câmera ainda era novidade. O público se maravilhava com o simples movimento — como já mencionei em artigos anteriores. Toda narrativa tinha que ser expressa em imagem pura, gesto e montagem mínima

Por Marcelo Amado 13 de março, 2026
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<p>Edna Purviance</p>
Estrelas do Cinema Mudo

Edna Purviance

Muitas vezes, a história do cinema mudo é contada através dos grandes gestos e das personalidades explosivas. No entanto, a trajetória de Edna Purviance nos mostra que a sutileza e a lealdade podem ser tão impactantes quanto o glamour das grandes divas.

Por Marcelo Amado 12 de março, 2026
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<i>Lieutenant Daring </i>(1911)
Maratona Silenciosa

Lieutenant Daring (1911)

O Tenente Daring (Lieutenant Daring) surgiu em 1911, produzido pela British and Colonial Kinematograph, para rivalizar com o sucesso de Lieutenant Rose (da Clarendon Films) ─ claramente uma cópia descarada. Embora compartilhassem a patente naval, Daring diferenciava-se pelo vigor físico e pelas sequências de ação acrobática, enquanto o Tenente Rose era mais cerebral, e focado em mistérios.

Por Marcelo Amado 09 de março, 2026
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<p>O Ferreiro — <i>Errementari</i></p>
Lendas de Arrepiar o Cóccix

Lendas Europeias

O Ferreiro — Errementari

Há lendas em que o Diabo é o grande vilão. E há outras, bem mais desconfortáveis, em que ele é apenas… o segundo pior da história. A lenda basca de Errementari, o Ferreiro, pertence a essa segunda categoria. Ela não fala de redenção. Não fala de castigo justo. Fala do perigo de não caber mais em lugar nenhum.

Por Guardião do Estronho 01 de março, 2026
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<p><i>Momijigari </i>e <i>Ninin Dōjōji</i> (1899)</p>
Primórdios do Horror

Momijigari e Ninin Dōjōji (1899)

Enquanto o cinema europeu inicial brincava com diabos e truques visuais, o japonês começava a levar para as telas as histórias assombradas de séculos, vindas do teatro e do folclore. O medo aqui é memória cultural. Eles não são proto-horror por acidente. São horror por herança. Esses filmes deixam algo muito claro: o horror no cinema não nasceu só da imagem grotesca, dos monstros e demônios. Ele também veio da tradição narrativa que o cinema herdou de outras artes e do lendário popular.

Por Marcelo Amado 27 de fevereiro, 2026
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<p>Cartazes de 1915</p>
CineArte Vintage

Cartazes de 1915

Chegamos ao nosso quinto artigo dessa série sobre a arte dos cartazes vintage, apresentando dessa vez cartazes de alguns filmes do ano de 1915. Abrimos com o cartaz de The Birth of a Nation (1915, D. W. Griffith), e em seguida um dos mais de 2.000 cartazes criados pelo artista Achille Mauzan, importante nome no meio de design francês dessa época. 

Por Marcelo Amado 26 de fevereiro, 2026
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