Estronho e esquésito

cinema, literatura e estranhezas


Os carros do <i>Ultraman</i>
Além da Cena

Máquinas Lendárias
Os carros do Ultraman

Ultraman é um dos pilares do tokusatsu japonês. Produzida pela Tsuburaya Productions, a franquia atravessa décadas combinando heróis gigantes, monstros bizarros, efeitos práticos e, algo que sempre chamou a atenção das crianças (e de muito adulto também): máquinas incríveis. Entre jatos futuristas e tanques improváveis, os carros usados pelas equipes de defesa acabaram se tornando parte essencial da identidade da Série Ultra.

Por Marcelo Amado 10 de janeiro, 2026

<i>Lieutenant Daring </i>(1911)
Cinema Mudo

Maratona Silenciosa
Lieutenant Daring (1911)

O Tenente Daring (Lieutenant Daring) surgiu em 1911, produzido pela British and Colonial Kinematograph, para rivalizar com o sucesso de Lieutenant Rose (da Clarendon Films) ─ claramente uma cópia descarada. Embora compartilhassem a patente naval, Daring diferenciava-se pelo vigor físico e pelas sequências de ação acrobática, enquanto o Tenente Rose era mais cerebral, e focado em mistérios.

Por Marcelo Amado 09 de março, 2026

<p>O Ferreiro — <i>Errementari</i></p>
Lendas de Arrepiar o Cóccix

Lendas Europeias

O Ferreiro — Errementari

Há lendas em que o Diabo é o grande vilão. E há outras, bem mais desconfortáveis, em que ele é apenas… o segundo pior da história. A lenda basca de Errementari, o Ferreiro, pertence a essa segunda categoria. Ela não fala de redenção. Não fala de castigo justo. Fala do perigo de não caber mais em lugar nenhum.

Por Guardião do Estronho 01 de março, 2026

<p><i>Momijigari </i>e <i>Ninin Dōjōji</i> (1899)</p>
Cinema Mudo

Os Primórdios do Horror

Momijigari e Ninin Dōjōji (1899)

Enquanto o cinema europeu inicial brincava com diabos e truques visuais, o japonês começava a levar para as telas as histórias assombradas de séculos, vindas do teatro e do folclore. O medo aqui é memória cultural. Eles não são proto-horror por acidente. São horror por herança. Esses filmes deixam algo muito claro: o horror no cinema não nasceu só da imagem grotesca, dos monstros e demônios. Ele também veio da tradição narrativa que o cinema herdou de outras artes e do lendário popular.

Por Marcelo Amado 27 de fevereiro, 2026

<p>Cartazes de 1915</p>
Além da Cena

CineArte Vintage

Cartazes de 1915

Chegamos ao nosso quinto artigo dessa série sobre a arte dos cartazes vintage, apresentando dessa vez cartazes de alguns filmes do ano de 1915. Abrimos com o cartaz de The Birth of a Nation (1915, D. W. Griffith), e em seguida um dos mais de 2.000 cartazes criados pelo artista Achille Mauzan, importante nome no meio de design francês dessa época. 

Por Marcelo Amado 26 de fevereiro, 2026

<p>Musidora</p>
Cinema Mudo

Estrelas do Cinema Mudo

Musidora

Jeanne Roques, nasceu em 23/02/1889 em Paris, França. Diferente de muitas estrelas da época, Jeanne Roques não veio do nada. Criada em um berço de vanguarda — filha de um compositor e da pintora Marie Clémence — ela já era escritora e pintora antes de ser atriz. Essa bagagem intelectual permitiu que ela transitasse entre o cabaré e a elite literária de Paris com a mesma fluidez.

Por Marcelo Amado 26 de fevereiro, 2026

<p><i>Land of the Lost</i> (1974-1977)</p>
Além da Cena

Muito Antes do CGI

Land of the Lost (1974-1977)

A premissa de Land of the Lost (1974-1977) ─ O Elo Perdido, no Brasil ─ é um clássico da aventura: durante uma expedição de rotina, o guarda florestal Rick Marshall (Spencer Milligan) e seus filhos, Will (Wesley Eure) e Holly (Kathy Coleman), são pegos por um terremoto colossal enquanto descem corredeiras em uma canoa. Eles caem por uma cachoeira que não leva ao rio, mas a um portal espaço-tempo.

Por Marcelo Amado 25 de fevereiro, 2026