Estronho e esquésito

cinema, literatura e estranhezas


Clássicos de Horror e Incômodo
Clássicos de Horror e Incômodo reúne obras essenciais para leitores que apreciam o horror em suas diferentes formas — psicológico, fantástico, visceral ou simplesmente perturbador. São textos de autores muitas vezes associados à chamada literatura tradicional, mas que também exploraram o medo, a angústia, o grotesco e os aspectos mais sombrios da experiência humana.
<p>O inquietante Machado de Assis</p>

O inquietante Machado de Assis

Esta primeira incursão por contos clássicos brasileiros de horror e incômodo reúne textos em que o inquietante não se apoia no sobrenatural ostensivo, mas naquilo que é íntimo, moralmente instável e essencialmente humano. Não se espere aqui monstros evidentes ou sustos fáceis. O que se oferece são espelhos — e nem todos devolvem uma imagem agradável.

Por Guardião do Estronho 08 de janeiro, 2026
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O grotesco em Machado de Assis e João do Rio

O grotesco em Machado de Assis e João do Rio

O horror clássico brasileiro raramente recorre ao espetáculo puro. Ainda assim, quando decide tocar no macabro, o faz com precisão e desconforto duradouro. Os contos reunidos nesta segunda incursão não buscam apenas inquietar: eles perturbam e deformam. Não há aqui sustos fáceis. Há obsessão, grotesco, morte e uma sensação persistente de que algo foi atravessado — e não deveria.

Por Guardião do Estronho 17 de janeiro, 2026
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Submissão, excessos e brutalidade

Submissão, excessos e brutalidade

Os contos reunidos nesta parte exploram o grotesco em suas diferentes faces: a submissão diante do inaceitável, o excesso que degrada e a brutalidade cotidiana que se normaliza. Não se trata de sustos rápidos ou efeitos fáceis. O desconforto nasce da insistência, da repetição, da sensação de que algo foi deformado — por dentro e por fora.

Por Guardião do Estronho 30 de janeiro, 2026
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<p>O lado sombrio de Bernardo Guimarães</p>

O lado sombrio de Bernardo Guimarães

Depois de transitar pelo horror moral de Machado, pelo decadentismo urbano de João do Rio e pelas obsessões grotescas do final do século XIX, chegamos a Bernardo Guimarães — um autor que muita gente insiste em reduzir ao regionalismo romântico, mas que tem veias muito mais sombrias do que costuma aparecer nos livros didáticos.

Por Guardião do Estronho 06 de fevereiro, 2026
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