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30 Janeiro 2010
Posted in
Poesias
Através desses grilhões
Estou sozinho, desolado,
Em meu mundo, isolado,
Cercado pelas trevas,
Mergulhado em um silencio profundo,
Minha alma amargurada, não tem paz nenhum segundo,
Sou um anjo renegado, um demônio arrependido,
Sou dor, sou sofrimento, sou amigo e inimigo,
Só espero a minha morte para enfim descansar,
E reencontrar com aquele, que me prendeu neste lugar.
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