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14 Abril 2009
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Contos Estronhos -
Contos e Crônicas
Rodeado por densas trevas e ajoelhado sobre um carpete vagabundo no centro da sala, o padre sua em bicas. As gotas salgadas que escorrem para os olhos ardem como ferro em brasa marcando-lhe a pele. Tremilicante feito um velho centenário, ele se encontra numa imobilidade aterrorizante. Uma força desconhecida e maligna o mantém preso ao chão tal como Cristo fora pregado na cruz. Pelas fibras devastadas do seu corpo paralisado, correm consecutivos calafrios. Seus olhos amedrontados refletem o grande crucifixo de zinco pendurado na parede a sua frente. Com toda fé que pode juntar, o jesuíta implora redenção por seus pecados. Clama ao criador que olhe por ele naquele momento que, sem sombra de dúvida, é o mais crítico de sua vida.
O calor abrasador do ambiente parece aumentar a cada minuto e o som de uma respiração pesada e maléfica, ressoou nos ouvidos do homem trajado com a batina. Naquela atmosfera carregada e lasciva, ele sentiu a presença viva do mal. Sob total desespero, seus olhos inundaram-se de lágrimas. Sentiu-se tonto, numa embriaguez apavorante. Tentou a todo custo se fortalecer contra sua própria vulnerabilidade. Sombras aladas passaram a se arrastar pelas paredes escuras. Ao vê-las, o padre fechou os olhos bem apertados e iniciou uma oração. Por vezes, calava-se por instantes e beijava o terço que segurava nas mãos. Dominado pelo pavor, era-lhe possível ouvir o próprio coração acelerado. Nauseado e branco como um papel, o homem comprometido com Deus contorceu-se em agonia antes de vomitar sobre suas próprias pernas dobradas. Na sequência, expeliu catarro pelas suas narinas. Arfando, sentiu o oxigênio faltar. O rosto avermelhou-se. Gargalhadas desdenhosas e estridentes vindas de todos os lados, ganharam o ar do recinto. Uma dor espiritual rasgava-o por dentro como se houvesse um monstro enorme tentando sair. Ele se contorcia e suas costelas crepitavam como se os ossos estivessem quebrando. A dor era insuportável.
Com a alma deserta de consolação, o reverendo esforçou-se para levantar, porém, não tinha controle sobre suas pernas. Com a voz mergulhada em aflição, chamou pelo santo nome de Jesus. Logo em seguida, pressionou a pequena cruz do terço contra a própria testa. Chorou. Uma ardência parecida com febre fê-lo tremer e oscilar em delírio. Seus olhos viram besouros negros surgirem dos cantos mais escuros e escalarem suas pernas. Serpentes igualmente negras rodearam-no e passearam por seu corpo febril. Em pânico, o padre usou a única arma que tinha: a oração.
Com respiração estertorante, sua voz saía quase inaudível. Na prece fervorosa, implorou a que Deus afastasse as alienações impostas pelo demônio. E foi nesta hora que uma menina de doze anos descortinou-se das trevas de um canto qualquer. Seu vestido longo e negro inflava sutilmente por conta do vento que se alastrava vindo da janela. Seu rosto sem expressão, pálido, proporcionava-lhe um sombrio aspecto cadavérico. O padre, de imediato, virou a cabeça para, com grande horror, encará-la.
- Vim buscá-lo, padre. Pessoalmente. - falou a menina, num tom absurdamente frio.
O rosto do homem contorceu-se em diversas expressões. A voz morreu-lhe na garganta e seus olhos esbugalharam-se de forma espantosa.
- Você não é real... - ele conseguiu sussurrar - É uma imagem falsa...
E ele estava certo: era a imagem da menina Alice nas garras de Satanás.
O demônio em forma de criança aproximou-se do sacerdote. Por algum tempo, ficou a observar as serpentes e os besouros cruzarem-se na disputa pelo corpo do servo de Deus. Quando o religioso e o anticristo fitaram-se bem de perto, o padre cerrou novamente os olhos e voltou a rezar.
- Pare com isso! - sugeriu a menina numa voz modificada - grossa e medonha.
- Senhor, livre-me das trevas... Banhe-me com tua luz divina... Senhor...
- SEU FILHO DA PUTA!! Acha mesmo que depois do que fez Ele o acolherá? - vociferou a jovem, numa voz monstruosa.
Sob choro convulsionado, o padre tampou o rosto com as mãos e, desta forma, choramingou:
- Deus perdoa sempre...
- Acredita mesmo nisso? – suavizou o tom e completou - Você é meu por direito.
Neste exato momento, o homem preso ao chão passou a sofrer fortes espasmos e mais uma vez vomitou em cima das pernas. Mas, desta feita, vomitou uma enxurrada de seu próprio sangue. O desespero que o assaltava atingiu o ápice.
Com fisionomia impressionantemente séria, o demônio imbuído de forma humana pegou nas mãos uma das serpentes que no momento passeava pelo pescoço do padre e, calmamente, proseou:
- Encontraram o corpo da menina Alice que há três dias você estuprou, matou e enterrou atrás da igreja. Eles sabem e estão vindo atrás de você.
Num ataque como os de um esquizofrênico, o pároco passou a se lastimar de forma que transeuntes do lado de fora da casa poderiam facilmente ouvir.
- Luxúria... A luxúria destruiu-o, padre. - acusou a criatura pálida.
Com o semblante mais frio que uma pessoa pode possuir, o demônio - em posse da imagem da menina Alice, agachou-se. Delicadamente, pousou a serpente no chão e esta novamente escalou o corpo do trêmulo homem ajoelhado.
- Olhe para mim, padre. Olhe dentro dos meus olhos. ? exigiu.
O cristão que debilmente estava a se lastimar calou-se. O suor banhava-lhe o rosto e encharcava seu cabelo curto, contudo, aparentava agora mais controlado. Vacilante, obedeceu a ordem que lhe foi dada.
O olhar da criatura era profundo. Um brilho indefinido e maquiavélico demonstrava a essência daquela alma.
- Posso ver o futuro, padre... e o seu não é nada promissor. - revelou o rei da escuridão e, logo depois, ergueu-se e rumou até a janela aberta.
A luz do farol de um carro que passava pela rua iluminou aquela face pálida e juvenil por segundos.
- Vou falar um pouco sobre seu futuro... Além do estupro e assassinato desta menina, descobrirão que um garoto de onze anos e outro de dezesseis, por diversas vezes, praticaram sexo oral com o padre, atrás da sacristia.
Sentindo o abismo próximo, o padre pedófilo por mais uma vez caiu em choro convulsivo. Seu corpo saltava em espasmos involuntários em resposta ao peso e à vergonha pelas palavras que ouvia.
- Pessoas revoltadas queimarão esta casa. Você será excomungando pelo Vaticano. Seu rosto aparecerá em telejornais de todo o mundo. Aplaudirão sua prisão. E na carceragem, sofrerá represálias horríveis. - profetizou Satanás.
- Pare!!!... Pare com isso... Por favor, pare... - choramingou o criminoso e terminou num murmúrio:
- Não pude evitar... eles queriam... eles queriam...
A garota de voz potente aproximou-se do traidor da santa fé e, irônica, lançou:
- Sei que não é culpado. Afinal, ninguém os obrigou, não é mesmo?
Uma avalanche de imagens pornográficas invadiu a mente doente do jesuíta. Imagens nojentas de suas ações com menores. O pensamento do julgamento que teria - em vida ou em morte - agora martelou seu cérebro como uma marreta maldosa composta por espinhos. A consciência de o chão ter se aberto sob seus pés, abrindo um poço infinito, evanesceu sua fé. Com a alma esfarrapada, o reverendo arqueou o tronco, encostando a testa no chão imundo de vômito.
- Quero ajudá-lo, padre. - disse o ardiloso.
Com um simples gesto de mão, o ser das trevas ordenou que as criaturas que passeavam pelo corpo do padre o deixassem. Hierarquicamente foi obedecido. Os besouros e as serpentes procuraram as trevas por onde, como num truque de mágica, desapareceram.
- Vou poupá-lo de todo o sofrimento que, a partir de hoje, esse mundo vai lhe impor.
Parecendo se mover por vontade própria, uma faca postada sobre a mesa da cozinha, rolou e caiu no piso de cerâmica. Foi com espanto que o homem tido como religioso assistiu o objeto de corte rolar fantasmagoricamente da cozinha até perto de si, na sala.
- Venha comigo. Agora você só tem a mim. - revelou o dono das almas perdidas.
- Não... Não... Deus vai me salvar... Eu tenho fé...
- Sua fé é fraca e inútil. E seu tempo está acabando. - atacou severo.
O som estridente de sirenes de carros de polícia, já se podia ouvir. Vinham buscá-lo. O barulho irritante de freadas bruscas na frente da casa do criminoso ecoou naquele início de noite. Luzes azuis e vermelhas entraram pela janela e lamberam as paredes da sala.
- Sofrerá muito mais aqui, sob as leis deles. A morte é fuga. - persuadiu o demônio. E quando este assistiu a mão do padre apanhar a faca de cabo de madeira no chão, não se preocupou em conter o sorriso que enfeitou o sombrio, no entanto jovial rosto de seu disfarce.
Minutos depois, quando policiais irromperam na residência, encontraram o padre pedófilo caído no centro da sala, com uma faca cravada no estômago.
- Menos um porco no mundo... Que esse filho da puta queime no inferno! - desejou um dos policiais tomado pelo ódio, sem saber que naquele exato momento, seu desejo estava sendo executado, da forma mais dolorosa possível.
O calor abrasador do ambiente parece aumentar a cada minuto e o som de uma respiração pesada e maléfica, ressoou nos ouvidos do homem trajado com a batina. Naquela atmosfera carregada e lasciva, ele sentiu a presença viva do mal. Sob total desespero, seus olhos inundaram-se de lágrimas. Sentiu-se tonto, numa embriaguez apavorante. Tentou a todo custo se fortalecer contra sua própria vulnerabilidade. Sombras aladas passaram a se arrastar pelas paredes escuras. Ao vê-las, o padre fechou os olhos bem apertados e iniciou uma oração. Por vezes, calava-se por instantes e beijava o terço que segurava nas mãos. Dominado pelo pavor, era-lhe possível ouvir o próprio coração acelerado. Nauseado e branco como um papel, o homem comprometido com Deus contorceu-se em agonia antes de vomitar sobre suas próprias pernas dobradas. Na sequência, expeliu catarro pelas suas narinas. Arfando, sentiu o oxigênio faltar. O rosto avermelhou-se. Gargalhadas desdenhosas e estridentes vindas de todos os lados, ganharam o ar do recinto. Uma dor espiritual rasgava-o por dentro como se houvesse um monstro enorme tentando sair. Ele se contorcia e suas costelas crepitavam como se os ossos estivessem quebrando. A dor era insuportável.Com a alma deserta de consolação, o reverendo esforçou-se para levantar, porém, não tinha controle sobre suas pernas. Com a voz mergulhada em aflição, chamou pelo santo nome de Jesus. Logo em seguida, pressionou a pequena cruz do terço contra a própria testa. Chorou. Uma ardência parecida com febre fê-lo tremer e oscilar em delírio. Seus olhos viram besouros negros surgirem dos cantos mais escuros e escalarem suas pernas. Serpentes igualmente negras rodearam-no e passearam por seu corpo febril. Em pânico, o padre usou a única arma que tinha: a oração.
Com respiração estertorante, sua voz saía quase inaudível. Na prece fervorosa, implorou a que Deus afastasse as alienações impostas pelo demônio. E foi nesta hora que uma menina de doze anos descortinou-se das trevas de um canto qualquer. Seu vestido longo e negro inflava sutilmente por conta do vento que se alastrava vindo da janela. Seu rosto sem expressão, pálido, proporcionava-lhe um sombrio aspecto cadavérico. O padre, de imediato, virou a cabeça para, com grande horror, encará-la.
- Vim buscá-lo, padre. Pessoalmente. - falou a menina, num tom absurdamente frio.
O rosto do homem contorceu-se em diversas expressões. A voz morreu-lhe na garganta e seus olhos esbugalharam-se de forma espantosa.
- Você não é real... - ele conseguiu sussurrar - É uma imagem falsa...
E ele estava certo: era a imagem da menina Alice nas garras de Satanás.
O demônio em forma de criança aproximou-se do sacerdote. Por algum tempo, ficou a observar as serpentes e os besouros cruzarem-se na disputa pelo corpo do servo de Deus. Quando o religioso e o anticristo fitaram-se bem de perto, o padre cerrou novamente os olhos e voltou a rezar.
- Pare com isso! - sugeriu a menina numa voz modificada - grossa e medonha.
- Senhor, livre-me das trevas... Banhe-me com tua luz divina... Senhor...
- SEU FILHO DA PUTA!! Acha mesmo que depois do que fez Ele o acolherá? - vociferou a jovem, numa voz monstruosa.
Sob choro convulsionado, o padre tampou o rosto com as mãos e, desta forma, choramingou:
- Deus perdoa sempre...
- Acredita mesmo nisso? – suavizou o tom e completou - Você é meu por direito.
Neste exato momento, o homem preso ao chão passou a sofrer fortes espasmos e mais uma vez vomitou em cima das pernas. Mas, desta feita, vomitou uma enxurrada de seu próprio sangue. O desespero que o assaltava atingiu o ápice.
Com fisionomia impressionantemente séria, o demônio imbuído de forma humana pegou nas mãos uma das serpentes que no momento passeava pelo pescoço do padre e, calmamente, proseou:
- Encontraram o corpo da menina Alice que há três dias você estuprou, matou e enterrou atrás da igreja. Eles sabem e estão vindo atrás de você.
Num ataque como os de um esquizofrênico, o pároco passou a se lastimar de forma que transeuntes do lado de fora da casa poderiam facilmente ouvir.
- Luxúria... A luxúria destruiu-o, padre. - acusou a criatura pálida.
Com o semblante mais frio que uma pessoa pode possuir, o demônio - em posse da imagem da menina Alice, agachou-se. Delicadamente, pousou a serpente no chão e esta novamente escalou o corpo do trêmulo homem ajoelhado.
- Olhe para mim, padre. Olhe dentro dos meus olhos. ? exigiu.
O cristão que debilmente estava a se lastimar calou-se. O suor banhava-lhe o rosto e encharcava seu cabelo curto, contudo, aparentava agora mais controlado. Vacilante, obedeceu a ordem que lhe foi dada.
O olhar da criatura era profundo. Um brilho indefinido e maquiavélico demonstrava a essência daquela alma.
- Posso ver o futuro, padre... e o seu não é nada promissor. - revelou o rei da escuridão e, logo depois, ergueu-se e rumou até a janela aberta.
A luz do farol de um carro que passava pela rua iluminou aquela face pálida e juvenil por segundos.
- Vou falar um pouco sobre seu futuro... Além do estupro e assassinato desta menina, descobrirão que um garoto de onze anos e outro de dezesseis, por diversas vezes, praticaram sexo oral com o padre, atrás da sacristia.
Sentindo o abismo próximo, o padre pedófilo por mais uma vez caiu em choro convulsivo. Seu corpo saltava em espasmos involuntários em resposta ao peso e à vergonha pelas palavras que ouvia.
- Pessoas revoltadas queimarão esta casa. Você será excomungando pelo Vaticano. Seu rosto aparecerá em telejornais de todo o mundo. Aplaudirão sua prisão. E na carceragem, sofrerá represálias horríveis. - profetizou Satanás.
- Pare!!!... Pare com isso... Por favor, pare... - choramingou o criminoso e terminou num murmúrio:
- Não pude evitar... eles queriam... eles queriam...
A garota de voz potente aproximou-se do traidor da santa fé e, irônica, lançou:
- Sei que não é culpado. Afinal, ninguém os obrigou, não é mesmo?
Uma avalanche de imagens pornográficas invadiu a mente doente do jesuíta. Imagens nojentas de suas ações com menores. O pensamento do julgamento que teria - em vida ou em morte - agora martelou seu cérebro como uma marreta maldosa composta por espinhos. A consciência de o chão ter se aberto sob seus pés, abrindo um poço infinito, evanesceu sua fé. Com a alma esfarrapada, o reverendo arqueou o tronco, encostando a testa no chão imundo de vômito.
- Quero ajudá-lo, padre. - disse o ardiloso.
Com um simples gesto de mão, o ser das trevas ordenou que as criaturas que passeavam pelo corpo do padre o deixassem. Hierarquicamente foi obedecido. Os besouros e as serpentes procuraram as trevas por onde, como num truque de mágica, desapareceram.
- Vou poupá-lo de todo o sofrimento que, a partir de hoje, esse mundo vai lhe impor.
Parecendo se mover por vontade própria, uma faca postada sobre a mesa da cozinha, rolou e caiu no piso de cerâmica. Foi com espanto que o homem tido como religioso assistiu o objeto de corte rolar fantasmagoricamente da cozinha até perto de si, na sala.
- Venha comigo. Agora você só tem a mim. - revelou o dono das almas perdidas.
- Não... Não... Deus vai me salvar... Eu tenho fé...
- Sua fé é fraca e inútil. E seu tempo está acabando. - atacou severo.
O som estridente de sirenes de carros de polícia, já se podia ouvir. Vinham buscá-lo. O barulho irritante de freadas bruscas na frente da casa do criminoso ecoou naquele início de noite. Luzes azuis e vermelhas entraram pela janela e lamberam as paredes da sala.
- Sofrerá muito mais aqui, sob as leis deles. A morte é fuga. - persuadiu o demônio. E quando este assistiu a mão do padre apanhar a faca de cabo de madeira no chão, não se preocupou em conter o sorriso que enfeitou o sombrio, no entanto jovial rosto de seu disfarce.
Minutos depois, quando policiais irromperam na residência, encontraram o padre pedófilo caído no centro da sala, com uma faca cravada no estômago.
- Menos um porco no mundo... Que esse filho da puta queime no inferno! - desejou um dos policiais tomado pelo ódio, sem saber que naquele exato momento, seu desejo estava sendo executado, da forma mais dolorosa possível.
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Comentários
Meus parabéns Evandro, principalmente por conseguir transformar um tema tão atual e polêmico como é a pedofilia de batina neste impressionante conto! Gostei demais, principalmente do final.
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Abraço.
Medonho o conto... e polêmico!
Prometi e cumpri!
Tenho lido seus textos,olha vou te dizer um coisa,gosto d+ das descrições de detalhes,gestos k vc explora.A narrativa é riquissima de caracteristicas é faz do conto envolvente.
Acredita até lembrei da minha adolescencia qd eu lia " agatha cristhian". Parabéns!!! bjo
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