| 29 Novembro 1999
Esta é uma história que ocorreu com meu tio.
Certa vez ele estava em uma fazenda próxima a Monte Verde. Voltava pra casa de cavalo, e ao passar por um lugar rodeado de florestas, ouviu um barulho, como se fossem passos. Ele catou sua espingarda e perguntou se tinha alguém ali. Os passos continuaram.
O cavalo, já nervoso começou a berrar, e quando meu tio resolveu sair dali, viu um vulto correndo bem a sua frente. Era noite e estava muito dificil ver o que era.
Meu tio gritou "Saia daí agora, moleque!". Ele achou que era um garoto traquinas, pois a criatura tinha no máximo 1,60. De repente, os passos começam a soar atrás dele, ele vira e vê este pequeno ser se aproximando. Ele atira mas nada acontece. O bicho pulou no cavalo e o meu tio saiu em disparada com o cavalo. Ele virou meio de costas e constatou que o bicho tinha chifres, olhos vermelhos e era estremamente cabeludo. Eles passaram na frente de uma antiga igreja, e o monstro vendo a cruz no topo, deslargou do cavalo.
Ao chegar em casa, meu tio começou a ouvir batidas na porta. Ele não se atreveu a abrir. Então ele chegou pra sua família e disse "O demônio está lá fora, temos que passar a noite em claro rezando." Sua filha (minha prima), naquela época tinha apenas 5 anos, perguntou sobre o fiel cavalo do tio. O tio nada disse.
No dia seguinte, constataram que o cavalo tinha morrido de uma terrivel infecção e estava seco. O "monstro" foi chamado por aquelas bandas de "GUARUPA".
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Comentários
Que estória incteressante, primeiro que temos un cabalo que berra ao envés de relichar. Incrible, gostaria de saber quais as palavras que ele berrou, mas pena que o canhoto chupou e secou ele.
Outro cossa, já que o demo bateu na porta dele, porque ele não deixou o filho do cão entrar, dava unas brejas para egle e capturava-o em una garrafa e colocava o mesmo para ser vendido em una feira de tradições nordestinas.
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